Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic
Mostrando postagens com marcador belly dance. Mostrar todas as postagens

Show de dança e música árabe com Mohamad Azra e grupo Mil e Uma Noites


No  último sábado tive a oportunidade de ir a um dos mais belos show de música e dança árabe, aqui em Teresina. O evento foi promovido pelo Rotary Piçara e teve fins beneficentes. Foi a primeira vez que ouvi uma banda desse quilate tocar ao vivo. A banda é comandada pelo músico Mohamad Azra e o show ficou por conta do grupo Mil e Uma Noites, ambos de São Paulo. Eles apresentaram uma coletânea de ritmos  e danças, desde as clássicas até as folclóricas. 

Sendo o par do bailarino Faell Rabelo. Um luxo!




Músico libanês Pierre Salloum se garante

O mais bacana do grupo é que eles envolvem a plateia e colocam todos para dançar. Claro que aceitei o convite e me diverti como belly dancer, uma vez bailarina sempre bailarina, e tirei onda para fazer fotos, claro!! 





O evento teve ainda jantar típico. Amei num grau elevado!!!


Calça jogger da @damyller
Acessórios @mundobossa
Bolsa presente comprado em Agra (Índia)

Espetáculo Gran Circo Farah mistura circo com dança árabe

Bom dia, tricoteiros e tricoteiras!

Final de semana passada aconteceu o espetáculo de encerramento de ano do espaço de dança Laywilsa Farah. Todos que me acompanham sabem que faço parte da escola e sou bailarina (amadora) de dança do ventre. O espetáculo deste ano foi intitulado de Gran Circo Farah; eu e mais duas amigas encenamos o número Alegria em Chamas com véu fan, também conhecido como véu leque. 



Este foi um dos espetáculos mais bacanas produzidos pela cia de dança, na minha opinião. Pois mesclou o encantador mundo do circo - com o pessoal do circo Pé de Moleque - com a dança do ventre da Cia Laywilsa Farah. Entre um número de belly dance e outro teve a participação dos artistas circenses com malabares, mágica e pirofagia. Esse ano, o espetáculo foi abrilhantado pela bailarina nacional Kiania Lima. Ela também faz parte do elenco da mais famosa casa de chá árabe de São Paulo, a Kan el Kalili.





"Sou do dia, mas sei viver na noite!
Sou da água, mas tive que aprender a lidar com o fogo!
Sou do bem, mas vivo me deparando com maldades!
Sou da alegria, mas já me peguei chorando por mim ou por alguém!
Sou do trabalho, mas sei fazer uma boa farra!
Sou assim, se agrado não sei... mas sou assim!
Sou da justiça, porém muitas vezes injustiçada!
Sou do amor, porém nem sempre amada.
Sou da compreensão, mais muitas vezes incompreendida... 
Sou da ajuda, mas muitas vezes tentam me atrapalhar...
Sou assim, se errado não sei... mas sou assim!
Sigo, luto, batalho, sou da guerra, mais prefiro a paz!
Sou do Sol, mas adoro a sombra ... 
Sou do acerto, mas já errei muitas vezes!
Sou do perdão, e perdoarei quantas vezes meu coração suportar!
Sou assim, se certo não sei, mas sou verdadeira!"


As fotos oficiais do espetáculo ainda não saíram, mas meu irmão Jefferson Lemos, que tem como hobby a fotografia artística, gentilmente fez fotos e me cedeu algumas que compartilho aqui.






Fotos: Jefferson Lemos
Meu Figurino: Juliana Dias
Acessórios: @mundobossa
Montagem e direção do espetáculo: Laywilsa Farah
Local: Teatro 4 de Setembro
Espetáculo Gran Circo Farah

Bailarina Suheil diz que existe vida profissional fora dos "padrões"

"A arte é muito maior que um padrão. Arte é arte"



Ela nasceu Audrey Pimenta, mas é conhecida como Suheil e traz no seu trabalho como bailarina de dança do ventre verdade e luz própria, que vi poucas vezes nesse tempo em que acompanho como admiradora o mundo belly dance.  A bailarina esteve em Teresina dia 07 de dezembro e aqui se apresentou como convidada no espetáculo Pedras Preciosas, promovido pelo espaço de dança Laywilsa Farah (do qual sou aluna), no Teatro do Boi. Ela falou com exclusividade aqui para o Bossa e nos recebeu para um bate-papo descontraído e sincero.

Uma das características que me encantou em Suheil é o fato dela não ser presa a padrões, então tem um jeito único de dançar e chega com isso a desagradar a alguns daqueles que são "habitués" ao que é imposto como 'o jeito correto-padrão-comercial' brasileiro de se fazer a dança do ventre. 

Suheil tem 30 anos de dança do ventre, é coreografa reconhecida por sua excelência, já recebeu mais de 30 prêmios em sua carreira e é a única brasileira qualificada no "Bellydance Superstar" dos EUA. Ela nos contou que primeiro foi reconhecida lá fora para depois ser aceita no Brasil. "Em alguns momentos fui criticada e olhada diferente até mesmo por colegas da dança por eu não ter 'o padrão' brasileiro. Pessoas já deixaram de fazer meus Workshops pelo mesmo motivo", revela.

Já admirava o trabalho de Suheil desde a época em que ainda nem pensava em fazer aulas formais dessa arte. E ao conversar com ela pessoalmente descobri o porquê da admiração intuitiva e é a verdade de seu trabalho, que não se limita a padrões como falei anteriormente.

Meninas, confesso a vocês que depois de Shakira (risos), a Suheil foi minha primeira professora através de vídeos. A querida, fazia participações semanais ensinando técnicas na TV Aparecida em um programa chamado Simplesmente Mulher (e eu que não sou besta nem nada via quando podia, através de antena parabólica, e tentava imitar. hahahaha...depois fui acompanhar alguns dessas aulas no Youtube).

Recebendo o carinho da minha 'ídala' depois do espetáculo Pedras Preciosas. Momento mágico!

Para nosso bate-papo, Suheil me recebeu no hotel sem maquiagem, com uma linda trança lateral ao estilo Ponkarontas e com um vestidinho estilo hippie. Amei o look!. O modo como ela veio para conversar comigo já me sinalizou o que me esperava: uma pessoa verdadeira e espontânea. Seu jeito me agradou mais uma vez, porque me vi um pouco naquela atitude. Quem me conhece mais de perto sabe que sou básica, adoro um estilo new hippie e sou também bem verdadeira e não consigo me adaptar a nada que me prenda/limite/enquadre. E olhem só: mais uma coincidência entre nós: somos sagitarianas, sendo que eu faço aniversário dia 28 de novembro e ela dia 27. Não é o máximo! Só tem uma coisa que ando é longe de ser parecida com essa diva que me inspira: a dança, claro! hahahahahha (que puxa!), mas essa é uma outra história. Bem, feito esse parênteses vamos ao que conversamos.



Uma série de fotos no making of da entrevista. A diva brindando nossa conversa com a legítima cajuína e autografando meu DVD com o seu método acadêmico. Foto: Adriana Lemos.


Já no começo de nosso bate-papo, Suheil se emocionou ao falar que tinha ficado sabendo pelas redes sociais que sua grande mestra Sherazad havia morrido. Suheil nos contou que dedicaria sua apresentação daquele final de semana a sua professora. "Foi pelas mãos dela que comecei na dança do ventre. Quando fui para sua escola tinha 16 anos e era uma bailarina clássica profissional. Mas ela me disse que eu não levava jeito para a dança do ventre, por ser muito dura", lembra.

Mas Suheil não desistiu e persistiu no mundo belly dance e uma viagem a Grécia foi decisiva para que ela entendesse que queria fazer parte da dança para o resto da vida. "Lá vi uma mulher de uns 100 kg dançando, vi nela uma forma de dançar a vida toda (com verdade)", conta.




Como virou professora:
Fazia aulas com Sherazad e eu e uma colega fomos convidadas para substituí-la em um período em que ela ficou doente. Fiquei com a turma de iniciantes e foi a partir daí que começou a nascer o meu método acadêmico.

Seu estilo:
Sou raiz, tem um misto de técnicas do balé com a dança do ventre. Minha dança é a tradicional, tenho elementos do balé clássico incorporado, mas minha dança é com o pé no chão. Com o tempo fui ganhando liberdade de expressão. Quando estava começando só dançava coreografada, mas se limitar a isso a dança acaba ficando mecânica.

Padrão brasileiro:
Em minhas viagens pelo mundo, inclusive pelo Egito, vi que esse padrão que se exige no Brasil para dança do ventre só existe aqui. Aos poucos me libertei e deixei fluir a artista dentro de mim. A minha dança tem a ver com a platéia, se ela me dá uma energia boa eu devolvo com emoção e amor. O padrão brasileiro é feito para espaços pequenos, que limita muito a expressão da bailarina. Pra mim a dança do ventre é para espaços cênicos amplos, como o palco de um teatro. A dança do ventre tem como essência a emoção. É a história que a gente carrega.

Dança para todas as mulheres: 
É uma dança para todas as mulheres, magra e gorda, nova ou com mais idade. Uma mulher com 30 anos para o balé clássico, por exemplo, já é velha, na dança do ventre não é. Mas temos de estar cientes que existem dois segmentos. O segmento das amantes da dança do ventre, no qual não existe idade nem corpo padrão, e o segmento profissional, que infelizmente é comercial, há exigências. Quando estamos com sabedoria somos negadas para o público. Já perdi contrato por conta da minha idade. Passei na seleção, mas quando fui assinar o contrato me excluíram; disseram que só eram aceitas bailarinas até 40 anos.

A dança como Terapia:
Antes da carreira internacional trabalhava com esse lado da dança. Ele trabalha o lado do feminino, que é muito importante. Entre os benefícios está o resgate da autoestima, o auxílio na cura da depressão, trabalha a questão da maternidade e a aceitação do corpo.

O fim da carreira:
Suheil nos revelou que já começou a encerrar a carreira, mas isso não significar deixar o mundo da dança. "Comecei aos 15 anos, a vida que levamos é uma loucura, não temos vida pessoal. Agora quero ser mãe, preciso construir outras coisas. Sou realista, ser mãe já com a idade que tenho de 44 anos, sei que não voltarei para a mesma vida profissional de bailarina com muitas apresentações e viagens. Sei que isso não é possível, mas enquanto mestra, sim. Enquanto me quiserem estou aqui".

"Existe vida fora de padrões"

Lapidando mais um espetáculo Belly Dance

Oi, meninas e meninos tricoteiros!!
O final do ano está aí e sempre que ele chega é tempo também de subir ao palco (quem diria que um dia frequentaria eles). Sim, sou bailarina de dança árabe. subo no tablado com minha turma da Cia Laywilsa Farah, me preparo pra isso ensaiando duro, caprichando no figurino, na maquiagem e adereços... Gente, não sou bailarina profissional e nem pretendo ser, mas coloco minha alma  em canta detalhe disso. Pense num prazer que a dança do ventre proporciona; ajuda a nos gostarmos com nossas limitações e potencialidades. Pra mim, isso se chama autoestima!  me sinto uma artista, mesmo que amadora e a plateia seja composta por nossos familiares e amigos, que estão lá para nos aplaudir  com ou sem erros na coreografia e expressar seu afeto por nós. Ok, você pode pensar: ela não tem corpo de bailarina, e daí? me amo do mesmo jeito e não tenho obrigação nenhuma de seguir padrões, sou uma mulher real e ponto final! minha única obrigação é ser feliz naqueles minutinhos que a coreografia dura, dar o melhor de mim....O texto é para estimular aos que aqui aportam a refletirem sobre suas potencialidades e o brilho interior que cada um carrega e ao mesmo tempo convidar para o nosso próximo espetáculo!!!
As fotos a seguir já nem me lembro de qual espetáculo foi (risos), mas são pra dizer que dia 06 de Dezembro temos encontro marcado no espetáculo Pedras Preciosas, que acontecerá no Teatro do Boi em duas sessões, às 18h e 20h. Nos encontramos lá com muito brilho, purpurina e afeto, fechado?!!










Fotos: Jefferson Lemos
Bailarinas: Adriana Lemos, Sâmia Medeiros, Lorena Ariel e Daniele Cunha


Noite Farah (show de Dança do Ventre) em comemoração ao dia da Música e da Dança Árabe

Em comemoração ao dia da Música e Dança Árabe, 22 de setembro, a companhia de dança que participo, do Espaço de Dança Laywilsa Farah, fez uma linda festa para as alunas no último sábado com direito a decoração das mil e uma noites e comida árabe. Dancei com minha turma do intermediário I e foi tudo de lindo e mágico. Trago alguns clicks desse momento especial para vocês.







Figurino: Tia Cida (São Paulo)
Kaftan indiano by Cigana
Make up feito por mim com produtos da coleção Intense Sereias Urbanas que ganhei de O Boticário
Nail: Tonalidade Sereias Urbanas
Hadband: Luigi Bertolli
Brincos: Maihara Brandão

Inspirações do Oriente

Nos últimos tempos ganhei uns presentinhos de viagem que amei demais e todos eles estão ligados ao Oriente e/ou ao mundo belly dance. Mostrando todos agora: 1ª foto: uma pulseira luxo que Sâmia Medeiros trouxe pra mim direto da  Casa Árabe, em São Paulo. Amei!

Snujs (Casa Árabe), broche e tecido para saree (Direto da Índia). O tecido tem o padrão lindo, porém é meio duro. Acho que fica melhor na decoração, mas pode ser que lavando para tirar alguma goma ele fique mais molinho. Ainda não sei como vou usá-lo, se como saree ou na decoraçãoo de algum momento 'mil e uma noites'....!!!!


Aqui os presentinhos lindos anteriores, mas acrescido do xale/lenço de quadril para a prática de dança do ventre. Esse veio dos Emirados Árabes (Acho, confere irmão?!). Ele se transformou em um dos meus prediletos pras aulas. É lindão! Todos esses foram presentes do viajante Jefferson Lemos. Ah, minha gente, ainda faltaram dois DVDs de show/técnicas de dança árabe com véus e percussão, mas esqueci de fotografar. Então fico devendo para uma próxima oportunidade.

7ª Mostra Piauiense de Dança Árabe. Eu Fui!

Fiquei realizada ontem ao dançar com tamanho prazer no palco do Teatro 4 de Setembro, na VII Mostra Piauiense de Dança Árabe. Dancei com o grupo de daff (pandeiro árabe) e apesar do frio que dá na barriga (não é facil  encarar uma plateia, não), tudo saiu perfeito: sorriso no rosto de alegria e por sentir o carinho dos amigos e familiares que foram nos aplaudir. O espetáculo foi abrilhantado pelo bailarino Tarik (SP), e que rapaz encantador, simples e profissional. Dançou e encatou e no final ainda fiz uma foto linda com ele capturada pela lente do meu colaborar e irmão Jefferson Lemos.
Eu e o magnifico Tarik

Pezinho de bailarina la atrás! foi lindo!

Dançou e encantou. Levantou a plateia!


Nos bastidores com minha amiga Carminha! Divas!
Minha amiga linda Dani!

As vips da Belly Dance!