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A expressão pela dança do ventre

Todos que acompanham o Bossa já sabem que faço dança do ventre para relaxar. É um hobby e um meio de expressão que me traz aprendizados e até superações, pois saibam que não é fácil subir num palco e encarar uma plateia mesmo que ela seja formada por nossos familiares e amigos. No final vemos que somos capazes de ir além de esteriótipos e cobranças e que o importante é ser feliz com tudo de bom que a dança nos proporciona, mesmo errando um passo aqui ou ali, ficando nervosa e coisa e tal. Me sinto uma gigante quando ponho meu figurino, me acho o máximo e até um pouco artista (risos), e isso se chama autoestima. Sou uma amadora na nesse ramo é verdade, mas sempre que participo de alguma apresentação tento colocar o melhor de mim desde o compromisso com os ensaios até o figurino, que prefiro que seja profissional. Abaixo um pouco do espetáculo Pedras Preciosas, apresentado no final do ano passado pela Cia Laywilsa Farah de Dança do Ventre aqui em Teresina. As fotos demoraram a ser postada porque também foi um longo tempo para recebê-las, mas está valendo! Espero que gostem de relembrar um pouco desse momento especial comigo. 
Em transe...


Esse foi o final da apresentação


Amigas da dança em: bate-cabelo

As duas fotos a cima são  da empresa contratada para fotografar o espetáculo, as com assinatura são do meu irmão Jefferson Lemos


Meu figurino: Atelier Cris Iglesias
Saia: Casa Arábe
Espetáculo Pedras Preciosas
Coreografia: Esmeraldas
Turma: Intermediário I

Bailarina Suheil diz que existe vida profissional fora dos "padrões"

"A arte é muito maior que um padrão. Arte é arte"



Ela nasceu Audrey Pimenta, mas é conhecida como Suheil e traz no seu trabalho como bailarina de dança do ventre verdade e luz própria, que vi poucas vezes nesse tempo em que acompanho como admiradora o mundo belly dance.  A bailarina esteve em Teresina dia 07 de dezembro e aqui se apresentou como convidada no espetáculo Pedras Preciosas, promovido pelo espaço de dança Laywilsa Farah (do qual sou aluna), no Teatro do Boi. Ela falou com exclusividade aqui para o Bossa e nos recebeu para um bate-papo descontraído e sincero.

Uma das características que me encantou em Suheil é o fato dela não ser presa a padrões, então tem um jeito único de dançar e chega com isso a desagradar a alguns daqueles que são "habitués" ao que é imposto como 'o jeito correto-padrão-comercial' brasileiro de se fazer a dança do ventre. 

Suheil tem 30 anos de dança do ventre, é coreografa reconhecida por sua excelência, já recebeu mais de 30 prêmios em sua carreira e é a única brasileira qualificada no "Bellydance Superstar" dos EUA. Ela nos contou que primeiro foi reconhecida lá fora para depois ser aceita no Brasil. "Em alguns momentos fui criticada e olhada diferente até mesmo por colegas da dança por eu não ter 'o padrão' brasileiro. Pessoas já deixaram de fazer meus Workshops pelo mesmo motivo", revela.

Já admirava o trabalho de Suheil desde a época em que ainda nem pensava em fazer aulas formais dessa arte. E ao conversar com ela pessoalmente descobri o porquê da admiração intuitiva e é a verdade de seu trabalho, que não se limita a padrões como falei anteriormente.

Meninas, confesso a vocês que depois de Shakira (risos), a Suheil foi minha primeira professora através de vídeos. A querida, fazia participações semanais ensinando técnicas na TV Aparecida em um programa chamado Simplesmente Mulher (e eu que não sou besta nem nada via quando podia, através de antena parabólica, e tentava imitar. hahahaha...depois fui acompanhar alguns dessas aulas no Youtube).

Recebendo o carinho da minha 'ídala' depois do espetáculo Pedras Preciosas. Momento mágico!

Para nosso bate-papo, Suheil me recebeu no hotel sem maquiagem, com uma linda trança lateral ao estilo Ponkarontas e com um vestidinho estilo hippie. Amei o look!. O modo como ela veio para conversar comigo já me sinalizou o que me esperava: uma pessoa verdadeira e espontânea. Seu jeito me agradou mais uma vez, porque me vi um pouco naquela atitude. Quem me conhece mais de perto sabe que sou básica, adoro um estilo new hippie e sou também bem verdadeira e não consigo me adaptar a nada que me prenda/limite/enquadre. E olhem só: mais uma coincidência entre nós: somos sagitarianas, sendo que eu faço aniversário dia 28 de novembro e ela dia 27. Não é o máximo! Só tem uma coisa que ando é longe de ser parecida com essa diva que me inspira: a dança, claro! hahahahahha (que puxa!), mas essa é uma outra história. Bem, feito esse parênteses vamos ao que conversamos.



Uma série de fotos no making of da entrevista. A diva brindando nossa conversa com a legítima cajuína e autografando meu DVD com o seu método acadêmico. Foto: Adriana Lemos.


Já no começo de nosso bate-papo, Suheil se emocionou ao falar que tinha ficado sabendo pelas redes sociais que sua grande mestra Sherazad havia morrido. Suheil nos contou que dedicaria sua apresentação daquele final de semana a sua professora. "Foi pelas mãos dela que comecei na dança do ventre. Quando fui para sua escola tinha 16 anos e era uma bailarina clássica profissional. Mas ela me disse que eu não levava jeito para a dança do ventre, por ser muito dura", lembra.

Mas Suheil não desistiu e persistiu no mundo belly dance e uma viagem a Grécia foi decisiva para que ela entendesse que queria fazer parte da dança para o resto da vida. "Lá vi uma mulher de uns 100 kg dançando, vi nela uma forma de dançar a vida toda (com verdade)", conta.




Como virou professora:
Fazia aulas com Sherazad e eu e uma colega fomos convidadas para substituí-la em um período em que ela ficou doente. Fiquei com a turma de iniciantes e foi a partir daí que começou a nascer o meu método acadêmico.

Seu estilo:
Sou raiz, tem um misto de técnicas do balé com a dança do ventre. Minha dança é a tradicional, tenho elementos do balé clássico incorporado, mas minha dança é com o pé no chão. Com o tempo fui ganhando liberdade de expressão. Quando estava começando só dançava coreografada, mas se limitar a isso a dança acaba ficando mecânica.

Padrão brasileiro:
Em minhas viagens pelo mundo, inclusive pelo Egito, vi que esse padrão que se exige no Brasil para dança do ventre só existe aqui. Aos poucos me libertei e deixei fluir a artista dentro de mim. A minha dança tem a ver com a platéia, se ela me dá uma energia boa eu devolvo com emoção e amor. O padrão brasileiro é feito para espaços pequenos, que limita muito a expressão da bailarina. Pra mim a dança do ventre é para espaços cênicos amplos, como o palco de um teatro. A dança do ventre tem como essência a emoção. É a história que a gente carrega.

Dança para todas as mulheres: 
É uma dança para todas as mulheres, magra e gorda, nova ou com mais idade. Uma mulher com 30 anos para o balé clássico, por exemplo, já é velha, na dança do ventre não é. Mas temos de estar cientes que existem dois segmentos. O segmento das amantes da dança do ventre, no qual não existe idade nem corpo padrão, e o segmento profissional, que infelizmente é comercial, há exigências. Quando estamos com sabedoria somos negadas para o público. Já perdi contrato por conta da minha idade. Passei na seleção, mas quando fui assinar o contrato me excluíram; disseram que só eram aceitas bailarinas até 40 anos.

A dança como Terapia:
Antes da carreira internacional trabalhava com esse lado da dança. Ele trabalha o lado do feminino, que é muito importante. Entre os benefícios está o resgate da autoestima, o auxílio na cura da depressão, trabalha a questão da maternidade e a aceitação do corpo.

O fim da carreira:
Suheil nos revelou que já começou a encerrar a carreira, mas isso não significar deixar o mundo da dança. "Comecei aos 15 anos, a vida que levamos é uma loucura, não temos vida pessoal. Agora quero ser mãe, preciso construir outras coisas. Sou realista, ser mãe já com a idade que tenho de 44 anos, sei que não voltarei para a mesma vida profissional de bailarina com muitas apresentações e viagens. Sei que isso não é possível, mas enquanto mestra, sim. Enquanto me quiserem estou aqui".

"Existe vida fora de padrões"

Lapidando mais um espetáculo Belly Dance

Oi, meninas e meninos tricoteiros!!
O final do ano está aí e sempre que ele chega é tempo também de subir ao palco (quem diria que um dia frequentaria eles). Sim, sou bailarina de dança árabe. subo no tablado com minha turma da Cia Laywilsa Farah, me preparo pra isso ensaiando duro, caprichando no figurino, na maquiagem e adereços... Gente, não sou bailarina profissional e nem pretendo ser, mas coloco minha alma  em canta detalhe disso. Pense num prazer que a dança do ventre proporciona; ajuda a nos gostarmos com nossas limitações e potencialidades. Pra mim, isso se chama autoestima!  me sinto uma artista, mesmo que amadora e a plateia seja composta por nossos familiares e amigos, que estão lá para nos aplaudir  com ou sem erros na coreografia e expressar seu afeto por nós. Ok, você pode pensar: ela não tem corpo de bailarina, e daí? me amo do mesmo jeito e não tenho obrigação nenhuma de seguir padrões, sou uma mulher real e ponto final! minha única obrigação é ser feliz naqueles minutinhos que a coreografia dura, dar o melhor de mim....O texto é para estimular aos que aqui aportam a refletirem sobre suas potencialidades e o brilho interior que cada um carrega e ao mesmo tempo convidar para o nosso próximo espetáculo!!!
As fotos a seguir já nem me lembro de qual espetáculo foi (risos), mas são pra dizer que dia 06 de Dezembro temos encontro marcado no espetáculo Pedras Preciosas, que acontecerá no Teatro do Boi em duas sessões, às 18h e 20h. Nos encontramos lá com muito brilho, purpurina e afeto, fechado?!!










Fotos: Jefferson Lemos
Bailarinas: Adriana Lemos, Sâmia Medeiros, Lorena Ariel e Daniele Cunha


Noite Farah (show de Dança do Ventre) em comemoração ao dia da Música e da Dança Árabe

Em comemoração ao dia da Música e Dança Árabe, 22 de setembro, a companhia de dança que participo, do Espaço de Dança Laywilsa Farah, fez uma linda festa para as alunas no último sábado com direito a decoração das mil e uma noites e comida árabe. Dancei com minha turma do intermediário I e foi tudo de lindo e mágico. Trago alguns clicks desse momento especial para vocês.







Figurino: Tia Cida (São Paulo)
Kaftan indiano by Cigana
Make up feito por mim com produtos da coleção Intense Sereias Urbanas que ganhei de O Boticário
Nail: Tonalidade Sereias Urbanas
Hadband: Luigi Bertolli
Brincos: Maihara Brandão

Moda fitness descomplicada

Oi, tricoteiras e tricoteiros hoje o post é sobre moda, mas aquela moda que usamos na nossa caminhada, na dança, academia e afins. Sou do tipo que não me ligo demais nisso. Para ir pra pista basta um short confortável ou macação e uma camiseta de malha, acrescido de um par de tênis de boa qualidade. Mas desde que comecei a fazer dança do ventre, isso já está com uns três anos, descobri as camisetas da Do Dance (linha Dina Nina e também da Copezio). As da Dina Nina são  camisetas com  personagens gorduchas..hahahaha...e sempre em poses legais. Fui contar aqui e tenho cinco peças dessas marcas e amo todas. Então resolvi compartilhar  essa moda descomplicada e que traz um pouco de humor na nossa prática. Geralmente compro numa loja no centro da cidade chamada A Bailarina, mas descobri a página Sapatilhas e Pilès que traz, além das camisetas, mas opções de roupa para o mundo da dança.


Acima estampas Dina Nina. Elas vêm em regatas, camisetas, mini blusas. 


Como falei no começo do post gosto de macações para a prática esportiva, mas na minha opinião e experiencia, os vendidos em lojas esportivas e nas marcas locais são muitooooo caros. E passeando pela internet achei um modelo da Blue Beach com o preço justo (o macacão abaixo tem o preço de R$95). Então fica a dica e opção. Os deixo com mais fotos da marca fitness..amei tudo!




Este não é macacão, mas me agradou bastante. todas as peças são da Blue Beach e as fotos daqui

Belly Dance, meu hobby

Esse post já está meio atrasadinho, já que o espetáculo Fadas aconteceu em novembro de 2012, no teatro 4 de Setembro, aqui em Teresina. E foi o espetáculo da espaço de Dança Laywilsa Farah, o qual faço parte, por meio da companhia de dança do ventre como aluna do intermediário I. Explico o porquê de tanto atraso. Não teve fotógrafo oficial e meu irmão que ficou responsável pelas fotos (fotografia é o hobby dele - bem mais que meu que também fotografo) só as liberou agora (depois de eu muito chorar..rsss..). Então como a dança é atemporal e é, pra mim, uma forma de prece também, aí estão alguns clicks em forma de agradecimento pelos benefícios que ela me traz..
bjocas!
Dri



Inspiração no mundo Belly Dance



VI Mostra Piauiense de dança do ventre





Teatro 4 de Setembro em 26.05.12
Fotos by Jefferson Lemos

Figurinos belly dance: inspirações