Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic
Mostrando postagens com marcador entrevista. Mostrar todas as postagens

O Tricô com Bossa na mídia

Olá, meninas tricoteiras! hoje vim falar de minha participação numa entrevista na TV Clube, no último dia 13. A matéria foi ao ar no quadro Conectados do telejornal Bom Dia Piauí. Fui procurada na semana passada pela produção do programa em questão para falar sobre como transformei meu hobby de bloggar em algo mais profissional. Quem me acompanha já percebeu que de um ano e meio para cá a ideia aqui no Tricô com Bossa é profissonalizar a atividade de blogger e o espçao, uma das medidas tomadas foi ter domínio próprio, por exemplo. Como sabem, aqui a gente tricota sobre assuntos diversos do mundo feminino e da vida e vocês são convidadas a tricotar comigo sempre que quiserem. Quem perdeu a reportagem pode ver AQUI.




Esse esmalte luxo é a a cor Aretha da Granado que veio na minha Glambox do mês de março. Aproveito para lembra que quem assinar  a caixa e usar o código DRIDOBOSSA ganha 10% de desconto na 1ª caixa


Algumas pessoas me perguntaram qual a cor do meu batom e de onde eram os acessórios que usei no look da entrevista, então aí está a dica: O batom é a cor perfect preciocious purple da linha Make B. de O Boticário e os acessórios são do @mundobossa da designer de de joias Maihara Brandão.
As fotos são imagens capturadas da reportagem.


Espero que tenham gostado do bate-papo de hoje.
Bjinhos e até nossa próxima postagem!!!

Bailarina Suheil diz que existe vida profissional fora dos "padrões"

"A arte é muito maior que um padrão. Arte é arte"



Ela nasceu Audrey Pimenta, mas é conhecida como Suheil e traz no seu trabalho como bailarina de dança do ventre verdade e luz própria, que vi poucas vezes nesse tempo em que acompanho como admiradora o mundo belly dance.  A bailarina esteve em Teresina dia 07 de dezembro e aqui se apresentou como convidada no espetáculo Pedras Preciosas, promovido pelo espaço de dança Laywilsa Farah (do qual sou aluna), no Teatro do Boi. Ela falou com exclusividade aqui para o Bossa e nos recebeu para um bate-papo descontraído e sincero.

Uma das características que me encantou em Suheil é o fato dela não ser presa a padrões, então tem um jeito único de dançar e chega com isso a desagradar a alguns daqueles que são "habitués" ao que é imposto como 'o jeito correto-padrão-comercial' brasileiro de se fazer a dança do ventre. 

Suheil tem 30 anos de dança do ventre, é coreografa reconhecida por sua excelência, já recebeu mais de 30 prêmios em sua carreira e é a única brasileira qualificada no "Bellydance Superstar" dos EUA. Ela nos contou que primeiro foi reconhecida lá fora para depois ser aceita no Brasil. "Em alguns momentos fui criticada e olhada diferente até mesmo por colegas da dança por eu não ter 'o padrão' brasileiro. Pessoas já deixaram de fazer meus Workshops pelo mesmo motivo", revela.

Já admirava o trabalho de Suheil desde a época em que ainda nem pensava em fazer aulas formais dessa arte. E ao conversar com ela pessoalmente descobri o porquê da admiração intuitiva e é a verdade de seu trabalho, que não se limita a padrões como falei anteriormente.

Meninas, confesso a vocês que depois de Shakira (risos), a Suheil foi minha primeira professora através de vídeos. A querida, fazia participações semanais ensinando técnicas na TV Aparecida em um programa chamado Simplesmente Mulher (e eu que não sou besta nem nada via quando podia, através de antena parabólica, e tentava imitar. hahahaha...depois fui acompanhar alguns dessas aulas no Youtube).

Recebendo o carinho da minha 'ídala' depois do espetáculo Pedras Preciosas. Momento mágico!

Para nosso bate-papo, Suheil me recebeu no hotel sem maquiagem, com uma linda trança lateral ao estilo Ponkarontas e com um vestidinho estilo hippie. Amei o look!. O modo como ela veio para conversar comigo já me sinalizou o que me esperava: uma pessoa verdadeira e espontânea. Seu jeito me agradou mais uma vez, porque me vi um pouco naquela atitude. Quem me conhece mais de perto sabe que sou básica, adoro um estilo new hippie e sou também bem verdadeira e não consigo me adaptar a nada que me prenda/limite/enquadre. E olhem só: mais uma coincidência entre nós: somos sagitarianas, sendo que eu faço aniversário dia 28 de novembro e ela dia 27. Não é o máximo! Só tem uma coisa que ando é longe de ser parecida com essa diva que me inspira: a dança, claro! hahahahahha (que puxa!), mas essa é uma outra história. Bem, feito esse parênteses vamos ao que conversamos.



Uma série de fotos no making of da entrevista. A diva brindando nossa conversa com a legítima cajuína e autografando meu DVD com o seu método acadêmico. Foto: Adriana Lemos.


Já no começo de nosso bate-papo, Suheil se emocionou ao falar que tinha ficado sabendo pelas redes sociais que sua grande mestra Sherazad havia morrido. Suheil nos contou que dedicaria sua apresentação daquele final de semana a sua professora. "Foi pelas mãos dela que comecei na dança do ventre. Quando fui para sua escola tinha 16 anos e era uma bailarina clássica profissional. Mas ela me disse que eu não levava jeito para a dança do ventre, por ser muito dura", lembra.

Mas Suheil não desistiu e persistiu no mundo belly dance e uma viagem a Grécia foi decisiva para que ela entendesse que queria fazer parte da dança para o resto da vida. "Lá vi uma mulher de uns 100 kg dançando, vi nela uma forma de dançar a vida toda (com verdade)", conta.




Como virou professora:
Fazia aulas com Sherazad e eu e uma colega fomos convidadas para substituí-la em um período em que ela ficou doente. Fiquei com a turma de iniciantes e foi a partir daí que começou a nascer o meu método acadêmico.

Seu estilo:
Sou raiz, tem um misto de técnicas do balé com a dança do ventre. Minha dança é a tradicional, tenho elementos do balé clássico incorporado, mas minha dança é com o pé no chão. Com o tempo fui ganhando liberdade de expressão. Quando estava começando só dançava coreografada, mas se limitar a isso a dança acaba ficando mecânica.

Padrão brasileiro:
Em minhas viagens pelo mundo, inclusive pelo Egito, vi que esse padrão que se exige no Brasil para dança do ventre só existe aqui. Aos poucos me libertei e deixei fluir a artista dentro de mim. A minha dança tem a ver com a platéia, se ela me dá uma energia boa eu devolvo com emoção e amor. O padrão brasileiro é feito para espaços pequenos, que limita muito a expressão da bailarina. Pra mim a dança do ventre é para espaços cênicos amplos, como o palco de um teatro. A dança do ventre tem como essência a emoção. É a história que a gente carrega.

Dança para todas as mulheres: 
É uma dança para todas as mulheres, magra e gorda, nova ou com mais idade. Uma mulher com 30 anos para o balé clássico, por exemplo, já é velha, na dança do ventre não é. Mas temos de estar cientes que existem dois segmentos. O segmento das amantes da dança do ventre, no qual não existe idade nem corpo padrão, e o segmento profissional, que infelizmente é comercial, há exigências. Quando estamos com sabedoria somos negadas para o público. Já perdi contrato por conta da minha idade. Passei na seleção, mas quando fui assinar o contrato me excluíram; disseram que só eram aceitas bailarinas até 40 anos.

A dança como Terapia:
Antes da carreira internacional trabalhava com esse lado da dança. Ele trabalha o lado do feminino, que é muito importante. Entre os benefícios está o resgate da autoestima, o auxílio na cura da depressão, trabalha a questão da maternidade e a aceitação do corpo.

O fim da carreira:
Suheil nos revelou que já começou a encerrar a carreira, mas isso não significar deixar o mundo da dança. "Comecei aos 15 anos, a vida que levamos é uma loucura, não temos vida pessoal. Agora quero ser mãe, preciso construir outras coisas. Sou realista, ser mãe já com a idade que tenho de 44 anos, sei que não voltarei para a mesma vida profissional de bailarina com muitas apresentações e viagens. Sei que isso não é possível, mas enquanto mestra, sim. Enquanto me quiserem estou aqui".

"Existe vida fora de padrões"

Bastidores da gravação para o programa Vida Saudável

Hoje gravei, como entrevistada da área de saúde mental, para o programa Vida Saudável da TV Cidade Verde. A entrevista vai ao ar dia 19 de abril (sábado de aleluia) e fala sobre solidão. Discutimos (eu e o apresentador Vinicius Vainer) sobre o tema em diversos aspectos, respondi alguns questionamentos de telespectadores e dei dicas de como lidar com ela. Agradeço o convite do produtor Marcelo Lopes e espero ter contribuído para esclarecer sobre esse assunto que é da existência humana, mas ainda assim causa tanta angustia. Prometo que farei um texto sobre solidão e disponibilizo aqui na tag psicologia. bjocas!


Para a ocasião, usei calça checklist, blusa Mob para a C&A e sapatos ZPZ Shoes. A make foi daquelas feitas em cinco minutos e o destaque ficou nos olhos com sombra beringela + rosa bebê (ambas da linha Intense) + lápis na cor roxa para delinear(contem 1g) e batom rosa antigo da coleção Rio Sixties Make B.

PS:. O vídeo com o programa sobre solidão pode ser visto na íntegra  AQUI