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Temas inusitados em ensaios fotográficos

Bom dia, tricoteiros e tricoteiras!

Hoje vamos tricotar sobre um assunto que muito me encanta: a fotografia. Não sou fotógrafa, mas tenho uma noção sobre o assunto e também dou meus clicks por aí, uma direção aqui e acolá; uma percepção diferenciada de quando em vez e um olhar aguçado também sobre as fotos alheias. Gosto de admirar, pensar como aquela foto foi feita e dizer: que boa sacada!




Na minha visão, fotografar é sobretudo ver o que ninguém viu e registrar, claro! Gosto de fotos com profundidade, jogo de sombra e luz, volume, boas composições, ângulos e temas inusitados e o mínimo ou nada de manipulação no Photoshop (sim, sou dessas). Gosto de olhar pra foto e 'ler' emoção, sentir que ela tem 'alma'.  Às vezes algumas imagens são tão legais que conseguem me transmitir a impressão de ouvi-las. Isso é arte!


Outro dia, um amigo fotógrafo me disse assim: Dri, tudo dá uma boa foto. Fiquei matutando sobre isso e daí surgiu a ideia deste post. Acho que temas inusitados e que a primeira vista não são tão legais podem, sim ser poesia e, nós, temos a oportunidade de escreve-los com nossa percepção. E eis aqui a prova disso pra vocês!



Ilustro esse post com dois exemplos de aproveitamento de temas inusitados com boas sacadas e ângulos. O primeiro deles é do Natan Valentim (@natam_valentim_), um ensaio de aniversário de 10 anos com o tema Noiva Cadáver e o segundo de Raifran Albuquerque (@raifran_fineart), que realizou uma série de fotografias de turismo cemiterial na cidade de Mucugê, na Chapada Diamantina, interior da Bahia. Este escolheu para os clicks o cemitério bizantino Santa Izabel.



Ambas produções mostram que a poesia reside no olhar. Muito show, concordam!?

As Meninas resgatam o feminino e o artesanal em acessórios estilosos

Tudo bem, meninas tricoteiras?!

Pra começar a semana vai o post sobre o trabalho de As Meninas, que confeccionam acessórios femininos artesanalmente e super diferenciados. Já tinha até falado no instragram do Bossa (dri_do_bossa / segue lá!) dessa pauta na semana passada, mas só agora estou concretizando ela aqui. Fui ao atelier delas e saí de lá apaixonada pelo jeito que fazem o trabalho. Tem um borogodó, sabe?!

Unidas pelo amor e pelo talento

Mas deixa eu falar quem são As Meninas (@_asmeninas).  Da esquerda pra direita na foto a cima: Vitória, Alda e Helana. Filha, mãe, filha! Estudante de arquitetura e uma exímia pintora, designer de interiores das boas, estudante de moda e às em artes gráficas e formas. Então a arte é que dá liga a essas três, além, é claro, do amor que as une.


Helena e Vitória dividem o comando criativo da marca As Meninas

A marca nasceu a menos de um ano e, por enquanto, a loja é virtual pelo instagram e de boca em boca as clientes e amigas fazem a  propaganda, adquirem as peças e o negócio ganha forma. 

Alda é a cabeça administrativa da marca e a criação e execução é feita pelas irmã Helena e Vitória. A mais nova, Helena, me contou que essa é a primeira leva de acessórios e que tem uma temática mais livre, mas com referências delas como o gosto pelas formas do cacto (elemento regional), da sua fruta preferida, o limão; e até o formato da sua boca serviu de referência e molde para o brinco que são lábios. Gente é o molde da boca dela. Amei essa sacada!




O material usado nos brincos é diferente do que tem no mercado. Helena contou que começou protótipos com a fusão de papel paraná e tinta, mas para ganhar mais durabilidade e melhor acabamento passou a usar MDF. "Não queria usar o que já é comum no mercado, que é o acrílico", pontua.


E Vitória acrescenta: queríamos primar pelo artesanal, então esse material nos possibilita isso. Podemos até fazer brincos com o mesmo molde, mas ele nunca vai ser igual a um produzido em escala. Cada um é pintado a mão e o acabamento também.  A estudante de arquitetura é a responsável pela pintura tão feminina das peças.


E elas não fazem só brincos, mas do atelier do trio saem jarros, papelaria artesanal e muitos acessórios charmosos e com alma feminina.

Fotos: Adriana Lemos

Pra encerar nosso papo, elas me adiantaram que em breve sairá uma coleção com tema específico, mas ainda mantido em segredo. Quando for lançada com certeza vou prestigiar e mostro pra vocês aqui no Bossa. E meu faro de talentos me diz que As Meninas vão longe!

Ensaio: Bate, bate na porta do céu, um olhar sobre a religiosidade

Boa tarde, navegantes!

Hoje, 08 de janeiro, é Dia do Fotógrafo e resolvi homenagear os profissionais ou amadores amantes dessa arte de "escrever com luz" com um ensaio  que denominei "Bate, Bate na Porta do Céu, um olhar sobre a religiosidade" em uma associação livre à letra da música de Zé Ramalho Batendo na porta do Céu. Os cliques são do Raifran Albuquerque; já havia falado dele aqui no 1º post do ano, que trata sobre metas, sonhos e realizações, mas agora trago de fato o seu trabalho fotográfico e um pouquinho de sua história. Raifran é filho de mãe piauiense, pai maranhense, nasceu em Minas Gerais, se criou por aqui e hoje mora em Belo Horizonte.  Tem como profissão o ramo imobiliário, mas se encantou pela fotografia e vem se aprimorando a cada dia. Segundo ele, as fotos são hobby, entretanto pelo ensaio a seguir dá pra perceber que o nível é profissional.  Das muitas fotos que me enviou para este post, fiz uma seleção de temas ligados a espiritualidade e igrejas, mas aos poucos teremos outras mostras do trabalho dele no Bossa, pois fechamos parceria com o blog para a divulgação dos seus cliques que, aliás, podem ser adquiridos como objeto de arte em sua página sobre fotografia no facebook. A maioria das igrejas e cenas mostradas neste ensaio são em Minas, porém temos também o registro da religiosidade no interior do Piauí e Ceará.

Igreja do Céu - Viçosa - Ceará


Igreja Nossa Senhora da Vitória - Oeiras - Piauí